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Coren-MG continua busca por apoio de parlamentares para as causas da Enfermagem


Data de publicação: 05/05/2020

Quem acompanha nosso site e nossas redes sociais tem visto o trabalho intenso na busca de apoio de parlamentares para ajudar a Enfermagem no enfrentamento à pandemia de coronavírus. Por meio de videoconferências, a enfermeira Carla Prado Silva, presidente do Coren-MG, vem mostrando as dificuldades da categoria para combater a Covid-19, além de solicitar apoio para aprovação das 30 horas, do piso salarial, entre outras pautas, que garantam mais valorização e dignidade para os profissionais.

Na quarta-feira (29/4), foi a vez de Carla Prado conversar com o deputado estadual Celinho do Sintrocel. Antigo apoiador das causas da Enfermagem, ele é autor dos projetos de lei PL 3.195/2012, que dispõe sobre o piso salarial regional dos profissionais de Enfermagem, e PL 691/2015, sobre a jornada de trabalho dos profissionais de enfermagem na rede hospitalar pública do Estado.

No entanto, é necessário apoio de outros deputados para colocar os PLs em pauta e votar favoravelmente a eles.

Vale lembrar que os projetos se referem a servidores do estado porque legislar sobre esses assuntos, em nível macro, é de responsabilidade única e exclusiva do governo federal.

Na quinta (30/4) e na segunda (04/5), a presidente do Coren-MG também conversou com as deputadas estaduais Celise Laviola e Leninha de Souza sobre as 30 horas, o piso, entre outras pautas essenciais para a Enfermagem.

Além disso, assim como ocorreu no encontro com o deputado Celinho do Sintrocel, Carla Prado ressaltou que um dos grandes problemas que a Enfermagem vem enfrentando se refere à falta ou escassez de EPIs e também que alguns têm sido encontrados com materiais de péssima qualidade.

A presidente ainda pediu apoio dos deputados para assegurar o afastamento dos profissionais que fazem parte do grupo de risco que está na linha de frente no combate à Covid-19 e no sentido de garantir que a categoria também receba gratificações especiais, que foram concedidas somente aos médicos (leia mais aqui) que têm trabalhado no enfrentamento ao coronavírus.

Outra reivindicação se referiu ao combate ao voluntariado. Diante do déficit de profissionais, que ficou mais evidente com a Covid-19, e diante do grande número de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem altamente qualificados que precisam de uma oportunidade, é necessário contratar profissionais, e não precarizar o trabalho, conforme ressaltou Carla Prado.