Carregando..

Notícias

Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna


Ambas têm como objetivo chamar a atenção e conscientizar a sociedade sobre os diversos problemas de saúde e doenças mais comuns às mulheres

O dia 28 de maio marca duas datas muito importantes para a saúde feminina: o Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Ambas têm como objetivo chamar a atenção e conscientizar a sociedade sobre os diversos problemas de saúde e doenças mais comuns às mulheres.

Na enfermagem, os profissionais exercem um papel essencial na assistência à mulher. Um deles é na área da obstetrícia, que permite a enfermeiras e enfermeiros atuarem em todo o processo da gestação de um bebê. Este trabalho inclui a investigação de diagnósticos e tratamentos, não só fisiológicos, mas também psicossociais em relação à procriação. Além disso, atuam na assistência do pré-natal, parto e puerpério, que é a fase de pós-parto na qual a mulher experiência as mudanças físicas e emocionais.

Mas para a enfermagem, lembrar destas datas é fundamental, uma vez que quase 80% da forma de trabalho da categoria é feminina. Enfermeiras, técnicas e auxiliares de enfermagem, que são responsáveis por cuidar dos outros, por vezes, esquecem-se de si. No entanto, é preciso lembrar que, para poder prestar assistência, é necessário que ter saúde. Para isso, a prevenção é imprescindível.

Com o aumento da expectativa de vida, é ainda mais importante prestar atenção à saúde nas diferentes fases da vida. Por isso, é fundamental manter os exames Papanicolau (prevenção de câncer de colo de útero), rastreamento do câncer de mama e densitometria óssea, que são preventivos, sempre em dia.

A data serve para lembrar a importância de melhorar a assistência para as mulheres em todas as fases da vida, especialmente na gravidez e no puerpério, para reduzir ainda mais a taxa de mortalidade materna, que é caracterizada pelo óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou da localização da gravidez.

A mortalidade materna é causada por qualquer fator relacionado ou agravado pela gravidez ou por medidas tomadas em relação a ela. Não é considerada morte materna a que é provocada por fatores acidentais ou incidentais. Hipertensão, hemorragia, as infecções puerperais, as doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, parto e puerpério e o aborto são as cinco principais causas de morte materna.