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Gratificação não abrange a Enfermagem, diz Zema


Em abril, com milhares de assinaturas dos profissionais da Enfermagem, o Coren-MG cobrou um posicionamento do governo de Minas Gerais sobre o Decreto 47.914/2020, que dava aos médicos contratados para trabalhar na pandemia uma gratificação salarial, mas, para a Enfermagem, nada.

Naquele momento, o Movimento pelo Piso da Enfermagem estava sendo criado mas ainda longe de tomar as ruas e também esperávamos pela primeira reunião com o governador Romeu Zema.

Bem, apesar de já ter dito isso em outras oportunidades, como na primeira pré-reunião em que Zema não participou, só agora o Governo de Minas enviou, por meio do gabinete da Secretaria de Saúde, uma resposta oficial, em duas páginas, para dizer que Zema, por falta de dinheiro, não concederia à Enfermagem o mesmo que deu aos médicos.

Ora, não faltou dinheiro para os médicos. Também, segundo o que consta em matéria do jornal Estado de Minas, de 12/02, dois meses após
a nossa primeira cobrança, o Governo de Minas abriu mão de R$ 6,2 bilhões em impostos em 2019. Esse valor poderia ser aplicado em benefícios para aqueles que estão na linha de frente no combate ao coronavírus.

A resposta não é segredo, pois já é antiga, mas o que desejamos agora é o piso, Sr. Governador, piso este que está baseado no valores de salários e benefícios já pagos para a Fhemig, segundo o que o próprio governo revelou.

Não queremos nada que não seja o pleno direito da Enfermagem. E, por mais que você faça propaganda doando o seu salário, sabemos que não conseguiria viver com o salário médio atual da Enfermagem.

São 200 mil famílias da Enfermagem que esperam um movimento do governador, e isso está sendo avaliado.

#CrieOPisodaEnfermagem #CorenMG