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angle-left Câncer de colo do útero é tema de estudo realizado no Norte de Minas

 

Resultado do trabalho apontará estratégias para prevenção e tratamento da doença na região 

Data da publicação: 14/01/2020

 

O câncer do colo do útero é o quarto tipo mais comum da doença entre as mulheres, sendo responsável 265 mil mortes por ano no Brasil, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Informações como esta levaram um grupo de enfermeiros e graduandos de Enfermagem de Montes Claros a desenvolver o trabalho “Perfil das mulheres com resultados citopatológicos alterados/positivos na Estratégia Saúde da Família no Norte de Minas”. Apesar do recorte regional, o estudo serve de referência para a prevenção e o tratamento da doença a nível nacional.

 

O trabalho, que foi apresentado no 22º Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem (CBCENF), realizado em novembro, em Foz do Iguaçu (PR), foi desenvolvido pelo conselheiro do Coren-MG, enfermeiro Claudio Luís de Souza Santos, que é especialista em Saúde Pública com ênfase em Saúde da Família e professor universitário, além da colaboradora do Conselho, enfermeira Carolina dos Reis Alves, que possui doutorado em Ciências da Saúde e também é docente em curso de graduação. O estudo ainda contou com a participação dos graduandos Brenda Oliveira Nascimento Pinto e Luís Claudio Cardoso.

 

Foto: Jarbas Vieira

Cláudio e Carolina apresentam seu estudo durante conferência em Belo Horizonte . 

 

Motivados pela alta incidência de mortes em decorrência da doença e a importância dos profissionais da Enfermagem na coleta de material e no diagnóstico, para elaborar o trabalho, o grupo acompanhou 1.003 mulheres assistidas por uma Equipe de Saúde da Família (ESF) da região leste do município. Entre junho de 2014 e maio de 2019, foram realizados exames citopatológicos que apontaram que 62% das mulheres possuíam sintomas físicos e visíveis de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e 21 amostras (2,1%) apresentaram resultados positivos, o que significa que estavam com alterações iniciais e que com as condutas adequadas evita a possível evolução para um câncer.

 

Segundo Cláudio Santos, a partir do resultado do estudo a proposta é a identificação dos fatores de risco para cada região de Montes Claros, para subsidiar o delineamento de ações de sensibilização. “Que serão realizadas tendo em vista a importância da detecção precoce e do acompanhamento dos casos como forma de controle do câncer”, pontuou.

 

O câncer do colo do útero é o quarto tipo mais comum da doença entre as mulheres, sendo responsável 265 mil mortes por ano no Brasil, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Informações como esta levaram um grupo de enfermeiros e graduandos de Enfermagem de Montes Claros a desenvolver o trabalho “Perfil das mulheres com resultados citopatológicos alterados/positivos na Estratégia Saúde da Família no Norte de Minas”. Apesar do recorte regional, o estudo serve de referência para a prevenção e o tratamento da doença a nível nacional.

 

O trabalho, que foi apresentado no 22º Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem (CBCENF), realizado em novembro, em Foz do Iguaçu (PR), foi desenvolvido pelo conselheiro do Coren-MG, enfermeiro Claudio Luís de Souza Santos, que é especialista em Saúde Pública com ênfase em Saúde da Família e professor universitário, além da colaboradora do Conselho, enfermeira Carolina dos Reis Alves, que possui doutorado em Ciências da Saúde e também é docente em curso de graduação. O estudo ainda contou com a participação dos graduandos Brenda Oliveira Nascimento Pinto e Luís Claudio Cardoso.

 

Motivados pela alta incidência de mortes em decorrência da doença e a importância dos profissionais da Enfermagem na coleta de material e no diagnóstico, para elaborar o trabalho, o grupo acompanhou 1.003 mulheres assistidas por uma Equipe de Saúde da Família (ESF) da região leste do município. Entre junho de 2014 e maio de 2019, foram realizados exames citopatológicos que apontaram que 62% das mulheres possuíam sintomas físicos e visíveis de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e 21 amostras (2,1%) apresentaram resultados positivos, o que significa que estavam com alterações iniciais e que com as condutas adequadas evita a possível evolução para um câncer.

 

Segundo Cláudio Santos, a partir do resultado do estudo a proposta é a identificação dos fatores de risco para cada região de Montes Claros, para subsidiar o delineamento de ações de sensibilização. “Que serão realizadas tendo em vista a importância da detecção precoce e do acompanhamento dos casos como forma de controle do câncer”, pontuou.