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Coren-MG participa de Reunião Extraordinária do Conselho Estadual de Saúde

No dia 26 de fevereiro de 2018, foi realizada, no Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais, uma Reunião Extraordinária para discutir a situação e repasse financeiro da Secretaria de Estado de Minas Gerais para o Hospital Sofia Feldman. Nela, foi mencionada a importância da luta por um financiamento adequado para garantir que o hospital permaneça de portas abertas. 

Conselheiros e demais instituições de saúde do estado compuseram a mesa de discussão. Além disso, houve uma votação, que foi a favor da manutenção do modelo assistencial do parto humanizado centrado na mulher, área na qual o Hospital Sofia Feldman é referência nacional e mundial, tanto na prática como na formação.

Enfermeiro fiscal do Coren-MG, Farley Sindeaux compõe o quadro de conselheiros do Conselho Estadual de Saúde e, na ocasião, representou o Coren-MG manifestando apoio à causa. “O Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais e o Conselho Federal de Enfermagem são firmes ao mencionar que apoiam e defendem o modelo assistencial que o Hospital Sofia Feldman executa. É claro, firme e notório. Defendemos e entendemos, no que se refere à saúde de qualidade na questão materno-infantil, que o modelo do Sofia Feldman é referência para o país”, disse na reunião. 

Salários atrasados – Com os salários atrasados, muitos trabalhadores da instituição também participaram do evento e protestaram. Entre eles, havia profissionais de enfermagem, que, além de seus direitos garantidos, precisam ser valorizados. “O Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais e o Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais entendem que a luta da enfermagem é focada na valorização do profissional e no oferecimento de qualidade da prática da enfermagem”, explica Farley Sindeaux. 

A resposta voltada para o assunto financeiro foi de que o primeiro recurso disponibilizado pelo estado deverá ser destinado aos trabalhadores do Hospital Sofia Feldman. “Temos que entender o seguinte: precisamos defender a sociedade, mas, para isso, na questão da saúde, precisamos cuidar dos profissionais”, finaliza o conselheiro.