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angle-left Mostra de crianças de 2 a 6 anos apresenta trabalhos inspirados em artistas brasileiros e internacionais

Este quadro, feito por alunos de 5 anos, foi inspirado nos Campos de Girassóis, de Vicent Van Gohg


Através do programa "Leituras em Conexão", da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, a Unidade Municipal de Educação Infantil (Umei) Delfim Moreira, localizada na Rua Espírito Santo, buscou despertar nos alunos o prazer pela leitura de histórias e poesias e o encantamento pelas músicas de artistas brasileiros como: Mário Quintana, Cecília Meireles, Toquinho, Caetano Veloso, Paulinho Pedra Azul, entre outros, ao longo de 2017, que foram escolhidos pelas professoras e alunos. Assim foi idealizada a exposição "Nossa gente, nossa arte".


As crianças foram incentivadas a representar suas ideias sobre esses artistas, usando outros materiais, como as telas. Saindo dos muros da escola, o Coren-MG exibe as 20 telas criadas pelas crianças de 2 a 6 anos, como resultado desse trabalho, retratando a percepção desses pequeninos sobre a diversidade cultural do nosso país e do povo, das músicas, ritmos, poesias e histórias de diversas regiões. 

Produzido por alunos de 3 anos, o quadro foi inspirado na música "Flor do Mamulengo", de Beatriz Martini Bedran

 

UMEI Delfim Moreira e o incentivo aos alunos para visitação de Museus e Espaços Culturais

Em Belo Horizonte, há mais de 150 Umeis. A Unidade Delfim Moreira atende, aproximadamente, 340 crianças de 3 a 6 anos. Delfim Moreira da Costa Ribeiro (1868-1920) foi um advogado e político brasileiro, foi o 10º Presidente do Brasil (1918-1919). Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 1894 a 1902, sendo nomeado secretário do interior de Minas Gerais. Delfim Moreira também foi governador do estado de Minas Gerais, de 1914 a 1918. A Umei leva seu nome pois foi doada pela família do político, há mais de 100 anos, para tornar-se uma escola de educação infantil.


Um dos objetivos das Unidades é o protagonismo das crianças e o estímulo à criatividade. Há uma imersão cultural, projetando as crianças em locais que vão além da escola, valorizando os espaços culturais do município. O projeto busca a apropriação delas desses espaços, que são patrimônio cultural. Tendo, assim, a noção de pertencimento, poderão se tornar partícipes na valorização. Muitos pais e professores não tiveram esse acesso.


A visitação das crianças provocou mudanças nestes espaços. Atualmente, há grupos de estudo sobre a infância visando adequar a visitação numa linguagem apropriada às crianças, para que elas absorvam seus benefícios. A criança tem necessidades, como a do toque, então eles adaptam muitas obras durante as visitas. Muitos espaços culturais fazem primeiro a exposição para os professores e depois com os alunos. A maioria dos professores vão e discutem na escola e no museu o que precisam para despertar o interesse das crianças. Dentro do museu, há profissionais que fazem esta interlocução com professores e coordenadores.

 

Uma iniciativa como esta merece ser exposta num espaço cultural, não é mesmo? Venha conferir! A exposição ficará no Centro de Documentação e Memória (CDM) do Coren-MG de 3 de novembro até 13 de dezembro, de 9 às 18h, de segunda a sexta-feira.

 

O CDM fica na Rua da Bahia, 916, no 4º andar, no Centro de Belo Horizonte/MG. Contato: (31) 3238-7549.

A entrada é franca!

 

Divulgação: http://belohorizonte.mg.gov.br/evento/2017/11/exposicao-nossa-gente-nossa-arte