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Notícias

Zema declara GUERRA à Enfermagem mineira


ATENÇÃO! Antes de iniciar a leitura, vá até as páginas de @romeuzemoficial e @governomg e escreva “Não vamos desistir, #CrieOPisodaEnfermagem”

Ontem, a página oficial do governador Romeu Zema entrou em contato com o Coren-MG com uma resposta que desdenha da luta da categoria e traz as mesmas antigas desculpas para evitar o inevitável piso da Enfermagem. Em suma, o Governo aponta que “está proibido de conceder reajustes salariais” e que “está impedido de conceder aumento salarial”.

Zema não esquece, mas finge esquecer que não há nenhuma lei que impeça a criação de piso para a Enfermagem, nenhum impeditivo. E o Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais desafia Zema que mostre qualquer coisa nesse sentido.

A proposta de piso salarial do Coren-MG baseia-se no que o próprio Governo de Minas informou pagar aos seus servidores, ou seja, não há aumento de despesas ou reajuste de salário, e o Governo sabe disso, mas finge desconhecer. Para o caso de particulares, não existe qualquer impedimento além da mais pura e cristalina vontade de fazer.

Por fim, é notória a falta de respeito em relação aos trabalhadores da iniciativa privada, pois o Governo diz “não acreditar” na efetividade do tabelamento dos salários.

O Governo não foi eleito pela Enfermagem para “acreditar” ou não. Ele está ali posto para defender pessoas como os profissionais de Enfermagem, que estão na luta contra o coronavírus, inclusive, perdendo suas vidas, enquanto o governador faz vídeos em que evita a Enfermagem ou mostrando almoços refinados com sua assessoria de comunicação.

Duvidamos que qualquer cidadão mineiro, seja de qual for a função, ache que a Enfermagem merece, muitas vezes, apenas um salário mínimo.

Ainda não é citado, também, o fato de que um piso estadual e privado seria, efetivamente, uma força para que pisos municipais fossem buscados, dentro de um efeito dominó e também por pressão. Haveria, assim, um piso a se basear.

Zema, desse modo, instiga a categoria, pois até aqui o Coren-MG vem defendendo plenamente o diálogo. Entretanto, sabemos que a categoria tem todo o direito de se manifestar, como desejar, pois está em seu Código de Ética o direito às paralisações.

Se há descaso do Governo com 200 mil pessoas, há descaso com 200 mil famílias, e fica claro aqui que ele ainda não entendeu a força que a Enfermagem mineira tem.

O governador não estaria sentado em sua cadeira, em sala refrigerada, se não fosse pela Enfermagem e sua família. Então, é hora de trabalhar por ela.

A luta agora vai aumentar ainda mais. De uma categoria que por muito tempo se manteve silenciosa, agora somos pura força, e cobraremos respeito de Romeu Zema, pois senadores, deputados, vereadores, todos, menos Zema, já demonstram que estão ao lado da categoria. Até mesmo o corpo técnico do Governo já mostrou que o piso é legítimo.

Movimentos de rua, normalmente, se tonam paralisações, que estão dentro do Código de Ética da Enfermagem. E o Governo, que “não acredita”, vai acreditar.

#CrieOPisodaEnfermagem



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